Consultoria Gestão de Food Service

Após início de atividades dos sócios Ivagner e Valéria Ferreira há mais de um ano no ramo de cafeteria e restaurante, através da www.cafeteriadafazenda.com.br, passamos atuar em nova área de atuação: GESTÃO DE FOOD SERVICE (alimentação fora do lar).

Esse segmento vem crescendo de forma consistente, à taxa média de 14,7% ao ano, segundo dados da Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação), valor mais expressivo que os apresentados pelo canal de varejo alimentar (10,8%) e três vezes superior ao aumento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro nos últimos cinco anos.

Em 2013, 32,9% do consumo alimentício da população brasileira foi feito fora de casa - em 1995, esse número era de 19%, um crescimento vertiginoso e sólido, que aponta para o potencial de desenvolvimento deste mercado. Segundo estimativa do Ibope, em 2014 o gasto com alimentação fora do lar no Brasil pode chegar a 38%. O referido percentual é uma média, sendo que o sudeste tem patamares acima. Na observação por classe social também há uma considerável diferença. A classe A dedica 51,2% de seus gastos com a alimentação fora do lar, enquanto que a classe E aplica apenas 18%.

É preciso ser mais que um Chef

Porém não basta ser um bom Chef ou ter aptidão para reunir amigos em um final de tarde de sábado em torno de uma mesa, ter sucesso equivale a ter gestão profissional do negócio. Administrar bem um bar é um dos trabalhos mais complicados que existem”, diz Paulo Solmucci, presidente nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

A explicação é simples: essa é uma atividade que exige habilidades tão distintas como saber negociar com fornecedores, planejar e monitorar as vendas e zelar pelo atendimento. “Comandar esses três tipos de operação, para quem não tem experiência em administração, é muito difícil.” 

Ainda assim, a Abrasel estima que haja 1 milhão de bares e restaurantes em atividade no Brasil. Quase 400.000 a mais do que nos Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa feita pela consultoria de mercado americana NPD.

Essa diferença enorme não existe porque o brasileiro gosta mais de beber e comer fora do que o americano, mas, basicamente, porque 80% dos empreendimentos por aqui são pequenos negócios familiares, que não faturam mais de 15.000 reais por mês.

http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/noticias/deixa-que-eles-cuidam

De acordo com estudo mais recente, realizado em fevereiro de 2014 pelo IFB, 80% dos estabelecimentos são independentes. Se somarmos a este percentual também os estabelecimentos que compõem redes pequenas de até cinco estabelecimentos, chegamos a 93% dos estabelecimentos caracterizados por empreendimentos familiares e de pequeno porte.

Outro fato importante no mesmo sentido é a predominância de estabelecimentos com faturamento bastante pequeno, sendo que 64% deles tem faturamento mensal abaixo de R$ 50 mil.

Ainda segundo dados do relatório do IFB, o mercado brasileiro é ao mesmo tempo jovem e alvo de desenvolvimento contínuo: 11% dos estabelecimentos tem menos de um ano de atividade e 41% tem quatro anos ou menos.

FOCO NA GESTÃO

Atuação predominante nas estratégias de gestão administrativa e comercial:

  • Estudo de viabilidade para abertura de negócio;
  • (re)Organização do projeto e (re)direcionamento;
  • Planejamento e Administração de Restaurante e Bares;
  • Estratégias de crescimento e aumento de receita;
  • Análise financeira e soluções para ponto de equilíbrio e lucro;
  • Marketing e ações comerciais para aumento nas vendas;
  • Análise e diagnóstico de atendimento e treinamentos;
  • Coaching para gestores e sócios.

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