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Mercado mundial de software de CRM cresce 13,3% em 2014

Postado em: 19/05/2015, às 15:37 por Redação

As vendas mundiais de software de gestão de relacionamento com o cliente (CRM) totalizaram US$ 23,2 bilhões no ano passado, o que representa um crescimento de 13,3% na comparação com 2013, quando a receita da indústria do setor atingiu US$ 20,4 bilhões, segundo dados do Gartner.

Os softwares de CRM ofertados na nuvem como serviço (SaaS) representaram quase 47% das vendas no ano passado. De acordo com a consultoria, o software como serviço é uma opção para organizações de todos os portes que procuram alternativas mais fáceis para a modernização dos sistemas legados e obter retorno dos investimentos (ROI) rapidamente.

Ainda segundo o relatório, mais de 23% dos gastos com CRM em 2014 foram dos segmentos de comunicações, mídia e serviços de TI, os quais se concentrar em grandes grupos que utilizam tecnologias de call center. Manufatura aparece em segundo lugar, visto que as empresas do setor utilizam CRM para o gerenciamento de produtos, seguida por bancos, em que as experiências de serviço ao cliente são fundamentais para o crescimento.

Entre os fornecedores, a Salesforce.com continuou na liderança do mercado com 18,4% de participação e receita de US$ 4,2 bilhões. A multinacional alemã SAP manteve-se na segunda colocação ficando com 12,1% de fatia de mercado e receita de US$ 2,8 bilhões. (veja ranking completo na tabela abaixo).

Receita mundial de fabricantes de software CRM em 2014 (em milhões de dólares)

Companhia 2014 Receita 2013 Receita 2014 Share (%) 2013 Share (%) 
Salesforce.com 4,268.5 3,330.2 18.4 16.3
SAP 2,809.4 2,621.3 12.1 12.8
Oracle 2,115.2 2,060.8  9.1 10.1
Microsoft 1,438.6 1,181.8  6.2  5.8
IBM 873.1 792.1  3.8  3.9
Outros 11,681.9 10,474.7  50.4  51.1
Total 23,186.7 20,460.9 100 100


Fonte: Gartner (maio 2015)

Do ponto de vista regional, a América do Norte continuou a guiar a maior parte da receita (52,3%) do mercado mundial de CRM em 2014, enquanto a Europa Ocidental teve um crescimento de dois dígitos, não divulgado pelo Gartner. Estas duas regiões representam 78,6% de todos os gastos com software CRM. Já a região da Ásia-Pacífico expandiu suas vendas em 18,7% no período.

Fonte

Debate sobre empresas, mercados e crise veiculado dia 11/04/15 na Rádio BandNews BH FM 89,5 com a participação de Ivagner Ferreira, diretor da Criativa Marketing e da Cafeteria da Fazenda.

Clique e escute os áudios do programa:

 
 
 

É importante verificar o quanto antes se o seu sistema antigo ainda está atendendo às necessidades dos negócios e dos clientes.

TODD R. WEISS, DA CIO/EUA

O CRM, tecnologia para gerenciar o relacionamento com o cliente, serviu no passado ao propósito simples de manter registrados os dados dos clientes. Hoje, há desafios maiores como integrá-lo a redes sociais e transmitir instantaneamente informações do cliente para o call center. 

O importante é ter um olhar mais atento sobre a infraestrutura de CRM. Com todas as novas funcionalidades disponíveis nas atuais  ferramentas,  é preciso avaliar se o seu sistema ainda está atendendo às necessidades dos negócios e dos clientes.

Mas enquanto os aplicativos de CRM e todos os seus dados  forem críticos para o negócio, a análise real tem de começar com a estratégia de relacionamento do cliente dentro da empresa, diz Mary Wardley, analista da IDC.  “Sem saber o que você quer, onde você foi e onde você vai, será difícil de alcançar os objetivos”, diz ela.

Microsoft anuncia versão 2013 de seu software de CRM

Postado em: 12/11/2013, às 12:51 por Redação

Com a finalidade de levar as organizações a serem mais competitivas e se diferenciarem em sua gestão de relacionamento com clientes com o uso da tecnologia, a Microsoft anuncia o lançamento do Dynamics CRM 2013. A companhia acredita que pessoas e empresas podem reinventar a maneira como se envolvem com clientes, criar relevância da marca e colaborar para se manter à frente do mercado e de ambientes de negócios em eterna mudança.

"Esta é realmente a era do cliente, em que as pessoas estão mais informadas e mais conectadas do que nunca. Empresas precisam urgentemente de soluções para unir e capacitar seus funcionários para que possam atender e cuidar melhor de seus clientes", disse Fabio Azevedo, gerente geral da divisão Microsoft Dynamics da Microsoft Brasil. Internet e redes sociais têm sido ferramentas essenciais para estes consumidores e têm mudado de forma significativa a forma como compram. "Hoje, antes de contatar um fornecedor, o cliente já consultou dez outros. Se um negócio quer ser bem sucedido, os setores de vendas, marketing e o de gerenciamento de clientes não podem funcionar separadamente", afirmou o executivo.

Soluções voltadas ao cliente

Com melhor usabilidade e interface mais simples, o Dynamics CRM 2013 não é mais concebido por função e centraliza as principais informações sobre o cliente já na primeira página. As diferentes áreas da empresa agora contarão com uma maior integração de informações sobre os clientes. Os dados não são mais organizados por áreas, garantindo que setores de marketing e vendas, por exemplo, compartilhem informações sobre os clientes. Além disso, a solução é hoje mais fiel aos processos definidos pelas companhias. Não é mais possível pular etapas, visto que a interface impõe ao usuário os passos definidos pela empresa, tornando o processo mais íntegro.

Com o objetivo de oferecer aos clientes acesso às suas informações de CRM em qualquer dispositivo, a Microsoft confirmou a disponibilidade de novas experiências otimizadas para toque em Windows Phones, iPhones e smartphones Android que dão aos clientes funcionalidades e análises poderosas em movimento, sem uma licença separada*. Esses aplicativos estão disponíveis hoje em suas respectivas lojas online.

Segundo Azevedo, a nova versão da plataforma de gerenciamento de clientes da Microsoft garantirá que clientes obtenham os melhores resultados. "Queremos que as novas funções, interface e a mobilidade oferecida pelo Dynamics CRM 2013 levem usuários a alcançar o mesmo nível de produtividade em qualquer lugar e a contar com uma maior colaboração".

Para os canais, a Microsoft preparou diferentes versões com recursos habilitados de acordo com o perfil de usuários, permitindo que eles pratiquem preços diferentes dentro de uma mesma organização. A companhia ainda prevê o aumento de sua rede de canais. "Temos diversos parceiros especializados e focados na implementação da família Dynamics, porém, com nosso mercado crescendo ano a ano, será importante o recrutamento de novos canais que tenham conhecimento de negócio relacionado ao mercado alvo selecionado", destaca Azevedo.

Solução de gerenciamento empresarial

Criado para ajudar empresas a administrar uma operação ágil que exceda as necessidades dos clientes, se envolver com eles em seus termos e ajudar a fomentar o crescimento, a Microsoft anunciou globalmente novos recursos no Microsoft Dynamics AX 2012 R3, solução de ERP que estará disponível no Brasil em 2014. A solução fornece novas ferramentas de gerenciamento de almoxarifados e transporte/logística para oferecer aos clientes insights em tempo real de sua cadeia de suprimentos. Os novos serviços dessa versão ajudam as organizações a melhorar a previsibilidade de implementações do Microsoft Dynamics AX ao simplificar e padronizar processos e proporcionar experiências inovadoras e integradas para facilidade de manutenção e suporte.

O Microsoft Dynamics AX 2012 R3 oferece suporte à implantação no Windows Azure via infraestrutura como um serviço (IaaS), dando aos clientes escolha entre hospedagem on-premisse, no local, ou  em nuvem privada, junto com todos os benefícios e recursos de segurança que acompanham o Windows Azure. Com a disponibilidade do Microsoft Dynamics AX 2012 R3 esperada para 2014, a empresa também anuncia que se prepara para fornecer a próxima versão do Microsoft Dynamics AX seja para instalação local e também como uma oferta de serviço de nuvem pública

 Fonte:http://convergecom.com.br/es/mercado-services/12/11/2013/microsoft-anuncia-nova-versao-de-seu-software-de-crm/?__akacao=1693907&;__akcnt=9d8d81cb&__akvkey=f788&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TI+INSIDE+Online+-+SERVICES+-+19%2F11%2F2013+07%3A03#.UotQWNKkpQ4

O empresário Estevam Duarte de Assis assinou há três anos um contrato bilionário com o grupo varejista chileno Cencosud. Vendeu por R$ 1,35 bilhão a rede de supermercados Bretas, que seu pai havia fundado no interior de Minas Gerais. Era dinheiro para mudar sua vida e de toda a família. Mas quem o vê hoje tem às vezes a sensação de que ele empobreceu. Assis mora a maior tempo num quartinho minúsculo, equipado apenas com um banheiro em Belo Horizonte e circula em um Pálio pela cidade. Doa, segundo um amigo, 90% de seus ganhos pessoais.

Aos 57 anos, o ex-presidente do Bretas - cuja venda ajudou a fazer do Cencosud a quarta maior rede de supermercados do país - dedica parte do seu tempo à recuperação de rapazes e moças que se afundaram no consumo de drogas, sobretudo o crack

Conheça boas práticas para garantir a qualidade dos dados e do monitoramento, além do bom desempenho dos sistemas

 Os departamentos de tecnologia cercam de cuidados seus sistemas contra ameaças internas e externas em relação ao acesso da informação, mas frequentemente negligenciam uma das aplicações-chave da corporação: o CRM.

Os maiores sinais de falta de cuidado vêm em algumas políticas de usuários, que podem ter sérias consequências se não forem observadas. Mas há alguns erros mais comuns, que também podem trazer os maiores problemas.

Um deles é usar a função do usuário, e não seu nome, na definição das credenciais para o login. O padrão normal de login para usuários de CRM é o nome ou endereço de e-mail. Mas pode ser tentador definir o login com a função da pessoa. Embora em alguns casos essa prática possa oferecer uma informação contextual relacionada à área de onde vem os acessos, a prática despersonaliza os usuários, o que pode prejudicar controles de adoção de usuário e do departamento de RH.

O segundo erro, ainda mais grave, é reciclar identidades ligadas às licenças. Isso costuma acontecer em razão da alta rotatividade nas posições da base da pirâmide dos profissionais de marketing. Em alguns casos, a média de permanência de um usuário de CRM na empresa é de pouco mais de um ano.

As mobilizações de mais de um milhão de pessoas trouxeram, além do alento à possiblidade do Povo manifestar a sua insatisfação com a prestação de serviços públicos como saúde, educação, segurança, mobilidade urbana e o aumento da inflação. Trouxe também à tona uma face negra do governo federal, da presidente Dilma, que sem atender às demandas da população, mostrou se capaz de fazer ingerência  nas mais diversas áreas da sociedade.

Depois da malfadada proposta de convocar uma Assembleia Constituinte de caráter exclusivo, propôs um plebiscito para a reforma política, com manifesta ingerência sobre o poder legislativo. Por fim propôs interferir na gestão das universidades, na definição de curriculum médico, tentou influenciar diretamente na formação dos médicos brasileiros e na importação de médicos, como se o problema da saúde se reduzisse a mero quantitativo de profissionais.

 Por André Lara Resende 

Nenhuma liderança soube captar e expressar o mal-estar contemporâneo. Este é provavelmente o seu elemento novo: a internet viabiliza a mobilização antes que surjam as lideranças

Na tentativa de interpretar o protesto das ruas nas grandes cidades brasileiras, há uma natural tentação de fazer um paralelo com os movimentos similares nos países avançados, sobretudo da Europa, mas também nos EUA – Occupy Wall Street – assim como com os da chamada Primavera Árabe. As condições objetivas são, contudo, muito distintas. A Primavera Árabe é um fenômeno de países totalitários, onde não há representação democrática. Não é o caso do Brasil. Na Europa, sobretudo nos países mediterrâneos periféricos mais atingidos pelos efeitos da crise financeira de 2008, houve uma drástica piora das condições de vida. O desemprego, especialmente entre os jovens, subiu para níveis dramáticos. Mais uma vez, não é o caso do Brasil.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é formado por 33 ministros.

Foi criado pela Constituição de 1988.

Poucos conhecem ou acompanham sua atuação, pois as atenções nacionais estão concentradas no Supremo Tribunal Federal.

No site oficial está escrito que é o tribunal da cidadania. Será?

Um simples passeio pelo site permite obter algumas informações preocupantes.

O tribunal tem 160 veículos, dos quais 112 são automóveis e os restantes 48 são vans, furgões e ônibus.

RODRIGO CONSTANTINO

Eike Batista está para a economia como Lula está para a política. O “sucesso” de ambos, em suas respectivas áreas, tem a mesma origem. Trata-se de um fenômeno bem mais abrangente, que permitiu a ascensão meteórica de ambos como gurus: Eike virou o Midas dos negócios, enquanto Lula era o gênio da política. Tudo mentira.

De acordo com pesquisa, quase 60% das pessoas afirmam ser transparentes na hora de passar referências; veja o que os recrutadores perguntam para "pescar" dados

Por Stela Campos | De São Paulo

Estudo realizado com 95 mil gestores em mais de 2.200 companhias ao redor do mundo traz um retrato no mínimo preocupante sobre esses dirigentes. Metade dessas organizações é comandada por gestores inflexíveis e altamente desmotivadores, o que inclui desde aqueles que ocupam cargos de presidente até os que atuam como supervisores. Com essa postura, acabam sendo um entrave para o desempenho de seus subordinados. Os chefes mandões desanimam os funcionários, a produtividade cai e isso tem impacto negativo no resultado da empresa.

Uma pesquisa revela que de cada dez executivos brasileiros quatro pretendem mudar de empresa. Não é só por dinheiro — eles também buscam um trabalho com propósito.

Smartphone, TV de 50 polegadas, uísque 12 anos. As periferias brasileiras não se contentam mais com produtos populares. Como as grandes empresas aproveitam esse novo mercado.

Procura de jovens por emprego com perspectiva de melhorar de vida deixa uma dezena de profissões na indústria e comércio sem candidatos nem mesmo aos cursos de qualificação.

O site da Folha bateu em março seu recorde de visitantes únicos --métrica que busca identificar o número de aparelhos diferentes que acessaram determinado endereço da internet.

O objetivo é tornar os serviços de consultoria acessíveis a micro e pequenos empresários que não têm condições de contratar uma consultoria convencional.

Para uma das maiores autoridades em big data, as ferramentas que analisam grandes volumes de dados, essa tecnologia fará parte da vida de todas as empresas — desde que haja gente que saiba usá-la

São Paulo - O americano Peter Hirshberg passou os últimos 25 anos fazendo de tudo um pouco no Vale do Silício. Foi empreendedor, investidor e executivo de empresas como a Apple, onde ocupou o cargo de diretor de marketing na década de 90. Passou boa parte de sua carreira criando formas de organizar informações virtuais para melhorar o relacionamento entre empresas e consumidores.

Por isso, quando os sistemas de análise de grandes volumes de dados — chamados big data — começaram a se popularizar, emergiu como uma das maiores autoridades no tema. Hoje à frente do Re:imagine Group, empresa especializada em marketing digital, ele afirma que o big data estará, sim, no dia a dia das empresas. Mas tão importante quanto a tecnologia é ter pessoas capazes de saber o que fazer com essas informações. Hirshberg vem a São Paulo em abril para falar sobre o tema no Fórum HSM — Gestão e Liderança.

EXAME - Qual foi o grande impacto do big data para a sociedade até agora?

Peter Hirshberg - É preciso entender que o conceito de big data faz parte de um ecossistema bem maior do que um conjunto de softwares de análise de dados. Estamos no início da era da “internet das coisas”. A internet está saindo do mundo virtual, das telas dos PCs, e tornando-se um elemento presente no mundo físico.

Hoje os chips estão nos celulares, nos eletrodomésticos e nos carros, o que faz com que esses dispositivos possam ser conectados à internet. Essas conexões geram uma vasta quantidade de dados. A partir deles é possível analisar e entender, com mais precisão, o comportamento das pessoas.

EXAME - Quais são os melhores exemplos desse novo fenômeno?

Peter Hirshberg - O varejo tem bons exemplos. Quando alguém acessa uma loja online, o site leva milissegundos para identificar o perfil de compra da pessoa e oferecer os produtos mais relevantes. No mundo físico, antes, isso levava meses. Nos Estados Unidos, as empresas de energia estão instalando relógios de leitura que medem o consumo de cada eletrodoméstico.

Colocaram um na minha casa, e foi só assim que consegui ter a dimensão do meu desperdício. Ganhei com a economia na conta de luz ao desligar alguns aparelhos. Já as empresas de energia agora sabem, em tempo real, quanto está sendo consumido em cada residência, o que torna o sistema de distribuição de eletricidade mais preciso e mais econômico.

EXAME - Existe algum setor que esteja errando a mão no uso do big data?

Peter Hirshberg - Há empresas de diferentes setores que investem nessas novas tecnologias apenas porque estão na moda ou porque o concorrente correu na frente. Essas companhias esquecem que a tecnologia deve ser só um dos componentes de uma estratégia maior. Os softwares colhem e condensam dados de forma eficiente, mas não fazem milagre.

EXAME - Qual é o maior desafio das empresas que investem em big data?

Peter Hirshberg - É evitar aquela velha mania de querer revolucionar tudo de uma hora para outra. As novidades de TI que rapidamente viram grandes projetos costumam naufragar, até pela falta de experiência dos profissionais. As empresas mais bem-sucedidas na área de big data começaram com projetos menores. A Amazon, por exemplo, oferecia na década de 90 produtos com base no histórico de compras de seus clientes. Atualmente, até o conteúdo postado em redes sociais é levado em conta.

EXAME - O que diferencia o big data de tecnologias usadas há décadas para analisar o comportamento do consumidor, como o Consumer Relationship Management (CRM)?

Peter Hirshberg - De certa forma, o big data é uma evolução desses sistemas mais antigos, com mais velocidade e capacidade de proces­samento. Hoje, as empresas conseguem analisar um volume maior de dados praticamente em tempo real. Outro componente é a mobilidade. Os smart­phones permitem às empresas saber não só quem você é mas onde você está, graças ao GPS.

Por último, as informações estão chegando de forma mais estruturada. Antes, era preciso uma equipe de programadores para conseguir condensar as informações do mundo físico, como planilhas e relatórios, num sistema de CRM. Hoje, as informações digitais chegam praticamente prontas para ser utilizadas.

EXAME - O que está acontecendo de melhor no setor público?

Peter Hirshberg - Os governos serão grandes usuários de big data. Há casos exemplares na área de saúde e segurança. O governo de Singapura unificou seu sistema de saúde num centro de gerenciamento de dados. As consultas médicas e os exames de todos os cidadãos ficam registrados num prontuário eletrônico atualizado em tempo real.

Há até um programa de bonificação. Se um paciente segue o tratamento à risca, ganha pontos que são revertidos em descontos de impostos. No Brasil, a prefeitura do Rio de Janeiro tem um centro de controle de emergências que também usa big data. Um sistema cruza milhares de indicadores para determinar as ações da polícia e de outros servidores públicos.

Revista Exame edição 1037

Por todos os Estados Unidos, escolas estão correndo para incluir no currículo aulas de como ser um empreendedor. Livros de autoajuda escritos por fundadores de empresas estão no topo das listas de best-sellers. Tudo isso está reascendendo um debate antigo no mundo empresarial: empreender é algo que pode ser ensinado, ou que cada pessoa desenvolve na prática?

Empresas oferecem serviços de contabilidade, secretária e até de administração a empreendedores. Alternativa amplia acesso a ferramentas de gestão, mas especialista recomenda atenção ao trabalho de terceirizados.

Empresários vencem desafio de estabelecer valor dos produtos com adoção de fórmulas e do tino comercial.

Tennis Express vai na contramão dos malls e aposta nas lojas de rua para se expandir.

Empresas do setor não ligadas a grandes redes apostam em tratamento personalizado.

Os hotéis independentes - sem bandeira - de Belo Horizonte estão buscando encontrar soluções para atrair e fidelizar hóspedes. As medidas, como tratamento personalizado, descontos e reforço de divulgação em plataformas de venda on-line, estão sendo necessárias para brigar com grandes concorrentes e altos investimentos do setor que irão aumentar a oferta de leitos na cidade.

O My Place Savassi, situado na região Centro-Sul da capital mineira, está apostando no atendimento personalizado. "Nós procuramos ‘mimar’ o hóspede para fidelizá-lo. Queremos que ele se sinta ‘esperado’ e à vontade, como se estivesse em casa", afirma a gerente-geral do estabelecimento, Maria Thereza Barretta Rizola.

De acordo com ela, os clientes são chamados pelo nome e, como muitos se hospedam no local diversas vezes, os colaboradores já sabem quais são as preferências e os gostos de cada um. Outra iniciativa do hotel, que tem média de 75% de ocupação por ano, é fazer o check-in e check-out de maneira organizada para não deixar o hóspede esperando.

O Liberty Palace Hotel, instalado no bairro Funcionários, região Centro-Sul de Belo Horizonte, também oferece atendimento diferenciado. O cliente que faz check-in depois das 14 horas, por exemplo, é recebido com uma taça de espumante. Para empresas cadastradas, o estabelecimento oferece a possibilidade de faturamento depois de 30 dias. " uma forma de facilitar as viagens de negócios sem ter a preocupação de providenciar com urgência um cartão ou cheque.  uma dor de cabeça a menos para o hóspede e para o empregador", comenta o gerente-geral, Celso Morandi.

Outra iniciativa do Liberty é manter canais abertos para ouvir críticas e sugestões. Atualmente, o cliente pode manifestar a opinião pelo site, presencialmente ou por meio de um formulário deixado no quarto. Morandi diz que todas mensagens são respondidas.

"Quando nós damos atenção a uma sugestão ou crítica, o hóspede fica satisfeito, pois ele percebe que nós consideramos a opinião dele", comenta Morandi. A ocupação média do estabelecimento foi de 69% em 2012. Para este ano, a estimativa é de que haja uma queda de três ou quatro pontos percentuais. "O resultado vai depender da oferta de novos leitos e da crise econômica que está surtindo efeito no setor." O Liberty tem 94 apartamentos, sete salas de reuniões, piscina, restaurante e bar.


Tarifação - Uma das estratégias dos hotéis Boulevard para atrair a clientela são as tarifas mais econômicas nos fins de semana, que podem ser até 50% mais baixas do que nos dias úteis. Como são independentes, os três estabelecimentos da rede possuem flexibilidade maior que os hotéis com bandeiras internacionais para trabalhar com preços diferenciados. "Nosso principal foco é o turismo de negócios e por isso nossa maior ocupação é no meio da semana. Mas, de um ano para cá, começamos a receber hóspedes aos sábados e domingos também devido às promoções", explica o gerente geral da rede Boulevard, Flávio Lemos.

Além disso, aos fins de semana, o Boulevard dá a possibilidade de fazer o check-out até 12 horas depois do período programado. A rede também investe nas plataformas de vendas on-line tanto para o consumidor pessoa física como para clientes corporativos. O Boulevard possui um estabelecimento no bairro Funcionários, região Centro-Sul de Belo Horizonte, e dois na região da Savassi. Com um total de 263 quartos e 30 anos de hotelaria, a taxa média de ocupação fica em torno de 65%. Ao todo conta com 14 espaços para reuniões e eventos.

Na avaliação do presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte (Sindhorb), Paulo César Marcondes Pedrosa, o empresário do setor de hotelaria deve prestar atenção em vários itens para conseguir cativar o cliente. Para Pedrosa, antes de qualquer coisa, é imprescindível que os estabelecimentos de pequeno porte e independentes ofereçam um padrão mínimo de qualidade na infraestrutura.

"Tem que ter investimento para renovação constante, reformas, troca de mobiliário, roupas de cama e banho, aquisição de aparelhos eletrônicos, de bons travesseiros e colchões", comenta Pedrosa.

Ele informa que é necessário capacitar os colaboradores para que tenham qualificação técnica, sejam bilíngues e, acima de tudo, cordiais. "Hotelaria é cordialidade", considera. Wireless, estacionamento e café da manhã gratuitos e diárias com preços competitivos também são formas de conquistar o hóspede. De acordo com ele, além de oferecer o melhor serviço, o empresário do ramo precisa ter um ‘algo a mais’. São presentinhos esperando no quarto, como chocolates, frutas ou lembranças da cidade, coquetel de boas-vindas, visitas organizadas a lugares turísticos, entre outros. "Tem que ser criativo."

JULIANA DE MARI

Dipario do Comércio Publicada em 16-05-2013

 

 

Um estudo realizado pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC) com 75 sites de notícias revelou que o volume de acessos cresceu 27% em 2012, alcançando uma média de 1,11 bilhão de páginas visitadas por mês. O número de internautas que visitam sites de conteúdo informativo teve um avanço mais forte, de 39%, para 25 milhões de visitantes por mês, em média.

Estudo do governo mostra evolução da formalização e seus reflexos na renda de empregados e empregadores em 10 anos.

Estudo mostra que número de pós-graduado cresce 10% ao ano. Mas índice é baixo, se comparado com outros países.

Inspirado em anúncio, em convida mulheres para serem desenhadas a partir da própria descrição e de outra pessoa. resultado: elas acham que se veem menos belas do que são.

Taxista oferece a passageiros salva de palmas, uísque e 'milhagem' com direito a mudas de pau-brasil em São Paulo.

Estima-se que já existam 2,5 milhões de blogs no Brasil. Há quem consiga aí um ganho extra e existem aqueles que fazem desse recurso digital uma profissão bem remunerada, com até R$ 60 mil por mês.

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